Abrir o appNo Minga, a vizinhança se junta pra melhorar espaços públicos — e quem faz o trabalho recebe por ele, na hora, via Pix.
Nos Andes, quando algo importava pra todos — uma ponte, uma colheita, um caminho — a comunidade se juntava pra fazer acontecer. Cada um trazia o que podia, e o resultado era de todos. Esse costume tem nome: mink'a, em quíchua.
O Minga traz essa tradição pra cidade de hoje — do tamanho de uma calçada, de uma praça, do seu bairro.
Uma calçada tomada pelo mato, uma parada de ônibus suja, uma praça esquecida. No Minga, isso vira uma missão:
Uma foto basta. O app entende o problema e define um valor justo pelo trabalho.
Contribuições a partir de R$10 vão somando até completar o valor.
Um executor assume a missão, trabalha e mostra o antes e o depois.
O valor da missão vai direto pra quem fez o trabalho.
ANTES
DEPOISCapinar o mato na calçada ao longo do muro, em Rua Vicente de Castro Filho · Engenheiro Luciano Cavalcante — feita por Antônio, com o apoio de Sandra, Pedro, Fabiana, Marcia, Anna, Cesar.
Um jeito simples de cuidar do lugar onde vive. Sem cadastro: você escolhe uma missão, contribui via Pix e acompanha tudo pelo WhatsApp — até a foto do depois.
Trabalho de verdade, escolhido livremente e pago na hora. Não precisa de carro, ferramenta cara nem empresa aberta — basta um celular pra começar.
Cidade mais cuidada, renda digna, vizinhança mais próxima. É disso que o Minga é feito.